sexta-feira, 24 de Outubro de 2014

Benfica de Macau campeão da "Bolinha" 2014

Geofredo Cheung falhou um dos penáltis do Monte Carlo
O guarda-redes Rui Nibra marcou um dos dois penálties concretizados pelo Benfica
Reduzidos a cinco unidades, o Benfica aguentou-se bem até às grandes penalidades
Rui Nibra foi claramente a figura do jogo: defendeu e até marcou
Festa benfiquista no campo do C. D. Bosco que estava cheio de gente
O Benfica sucedeu ao Ka I como campeão macaense da "Bolinha"
Este é o terceiro título do Benfica de Macau este ano, após a conquista da Liga de Elite e da Taça de Macau
Viva o Benfica!

Atenção: este post é altamente racista

B∀G - Mama I Love You

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quinta-feira, 23 de Outubro de 2014

Sou macaense

No Facebook, os macaenses lançaram um desafio para macaenses (ou pelo menos supostamente para macaenses): tirar uma 'selfie' com uma lata da Coca-Cola que tem escrita a palavra 'Macanese' (Macaense em inglês) e que pode ser adquirida nos supermercados da Royal. Segundo me apercebi na rede social, a aderência parece ter ficado um pouco aquém das expectativas.
Para variar, fiz a minha estreia no mundo dos desafios do Facebook e fotografei-me a mim próprio com uma destas latas da Coca-Cola na mão. A diferença é que, ao contrário dos outros participantes macaenses (ou nem por isso, pois o professor Pedro Lobo, que aparece na foto ao lado do seu filho, não é macaense nem nunca há-de ser mesmo que permaneça aqui em Macau até morrer), devo ter sido o único a publicar juntamente com a foto um texto em português, a língua (supostamente) materna dos 土生葡人 (ou seja, macaenses de nacionalidade portuguesa ou portugueses de Macau). Tal como qualquer português do mundo, seja ele do Alentejo, do Porto, do Luxemburgo ou de Malaca, a língua com a qual eu uso principalmente para me expressar é a língua portuguesa, apesar de saber também falar cantonês e inglês. E mesmo que conheça algumas culturas como a cultura chinesa, a minha cultura é a portuguesa, exactamente porque sou um português. Vê-los a escrever em inglês, e algumas vezes juntamente com o chinês, sem escreverem também em português, confesso que me aborrece um bocado. Afinal de contas, são ou não são eles 土生葡人 como eu?
Eu pelo menos não escondo de ninguém uma coisa: eu sou macaense, mas antes de mais sou um português com orgulho!

quarta-feira, 22 de Outubro de 2014

terça-feira, 21 de Outubro de 2014

domingo, 19 de Outubro de 2014

Porn Stars

Adriana Barbu
Shay Laren
Zoey
Roberta Pedon
Miriam Gonzalez
Leanna Decker
Aurora Maria
Holly Peers
Anissa Kate
Heidi Hanson
Alyshia Kingston
Edina Pantinchin
Sabina
Michelle McGee
Shay Hendri
Meisa Hanai
Nana Aoyama
Maria Ozawa
Natt Chanapa
Mao Ming

quinta-feira, 16 de Outubro de 2014

Passaporte português para estrangeiros?!

Um amigo meu disse-me que tem um amigo chinês que lhe perguntou se podia adquirir a nacionalidade portuguesa por ter tido, até 1999, um passaporte português para estrangeiros, como podemos ver nas duas fotos. Fiquei perplexo. Mas afinal o passaporte português não é só para quem tem a nacionalidade portuguesa? Como é que pode uma pessoa de nacionalidade chinesa ter tido um passaporte português? Mas que porcaria de abébia foi essa que o governo abrilesco português se lembrou de inventar depois de ter permitido que os naturais de Macau até não sei que ano pudessem optar por ter a nacionalidade portuguesa mesmo que sejam 100% chineses?
O senhor Im Ian quer agora ser português? Esperemos que tal não seja possível, pois ele é chinês e a nacionalidade não é nenhum rebuçado que se compra. Já chega de palhaçada! Já bastam os falsos portugueses que existem aos pontapés aqui em Macau e não me refiro apenas aos que têm fronha de chinês!

segunda-feira, 13 de Outubro de 2014

Coca-Cola Macaense

Protestos de Hong Kong como prova de ódio à China

O pessoal de Hong Kong quer aquilo que nunca houve lá: democracia
As manifestações pró-democracia em Hong Kong correram mundo. Pessoal de Hong Kong, muitos deles jovens nascidos já depois da entrega do território à China, quer uma verdadeira democracia, pois quer poder eleger livremente o seu chefe do executivo. Melhor dizendo, o povo de Hong Kong quer poder eleger verdadeiramente alguém que os represente, e não um fantoche pró-Pequim. O governo central da China prometeu dar ao povo de Hong Kong a liberdade de votar, mas com a condição dos candidatos serem aceites por Pequim. Nas manifestações não faltaram os independentistas que para lá levaram a antiga bandeira colonial britânica da região. Vale a pena lembrar que Hong Kong possui massa crítica para ser um Estado independente, pois é maior e tem mais população que a vistosa Singapura, imponente cidade-Estado que faz fronteira com a Malásia e cuja maioria populacional é de etnia han, ou seja, o mesmo povo que a maior parte dos chineses.
De que se queixa a malta de Hong Kong, pergunto eu? Por acaso nos tempos dos ingleses eles podiam escolher o governador? Não, não podiam. Os governadores de Hong Kong eram enviados de Inglaterra sem consultar o povo local. O mesmo acontecia em Macau. Nenhum governador português que esteve em Macau foi escolhido pelo povo de Macau. Querem agora democracia porquê, se isso nunca houve em tantos anos de história? Cá para mim cheira-me a medo. Medo de ver Hong Kong a ser invadido e controlado directamente pela China. Mas espera-se, por acaso, outra coisa? Afinal de contas, Hong Kong é parte integrante da China e mesmo que queiramos acreditar que o prometido princípio de 50 anos sem nada mudar (como sem nada mudar? Já não está muito mudado?) é para ser cumprido, trata-se seja como for duma questão de tempo até isso acontecer. Os manifestantes podem manifestar à vontade que devem saber perfeitamente que muito dificilmente se repetirá o que aconteceu no passado em Tiananmen. O certo é que trata-se dum braço de ferro que não hão-de conseguir nunca vencer.
Em Macau houve demonstração de solidariedade pró-democracia
Também aqui em Macau muita tinta correu a propósito dos protestos na região vizinha. No Facebook li comentários de gente a condenar a posição da China. Pessoas de Macau, entre chineses e estrangeiros, mostraram-se a favor dos manifestantes. Vi por exemplo macaenses de nacionalidade portuguesa mas com aspecto de chineses dizerem abertamente que odeiam a China, muito possivelmente por o grande país ser uma ditadura e não querer que os rebeldes de Hong Kong afrontem o regime.
Sinceramente, eu não só compreendo como até defendo o facto de a China não pemitir nem tão pouco achar piada a este tipo de manifestações. A China é um país enorme, com muitas disparidades, com vários povos étnicos, distintos cultural e linguisticamente, pelo que é preciso haver uma mão firme para controlar o império do meio. O Partido Comunista Chinês personifica a China parida em 1949. A China de hoje em dia é a alma desse único partido; antes disso, nos anos anteriores a 1949, havia uma outra China, uma China que provavelmente seria uma China pujante e forte nos dias de hoje se não tivesse sido destruída, a China nacionalista dos camaradas do Partido Nacionalista que se refugiaram numa ilha e transformaram a "província rebelde" numa região desenvolvida, a República da China - que hoje é Taiwan. A China só funciona como país com um poder centralizado e sem democracia. Se até em países pequenos é possível verificar que a democracia não funciona - como é o caso de Portugal graças ao 25 de Abril de 1974 -, como é que podemos esperar que a democracia funcione na China? Eu apenas sei que seria um homem mais feliz se no lugar dos ranhosos comunistas - que começaram a destruir a China em 1949 através da destruição das diferentes identidades chinesas que ainda decorre hoje em dia - estivessem os nacionalistas no poder. Mas isso seria um assunto que não vale a pena abordar porque a realidade é outra. Infelizmente.
As pessoas de Macau que não se sentem satisfeitas com a China têm o direito legítimo para tal. Mas é bom que não se esqueçam que vivem em Macau, que faz igualmente parte da China. Se odeiam a China então o que é que fazem ainda em Macau, que é da China? Macau está presentemente a sofrer um enorme processo de chinesificação. Já vejo por aqui chineses do continente aos pontapés. Já vejo caracteres chineses aqui em Macau escritos de forma simplificada. Já constatei um certo descontentamento da população local em relação a tudo isso, sobretudo em relação ao preço das rendas e das casas, que no fundo é uma consequência directa da invasão chinesa. Só para não falar também do conhecimento que tenho dum já existente mal estar entre os imigrantes, como os portugueses aqui radicados. Pode ser que mais daqui a uns anos Macau se torne verdadeiramente hostil para os imigrantes. É bom que os portugueses, alguns, ou muitos, deixem duma vez por todas de pensar que isto ainda é uma colónia nossa. O nosso tempo aqui acabou. Parabéns aos que mamaram e ainda podem mamar. Agora as moscas são outras. Se não se sentem bem aqui, enfim, que tal não ficarem mais por cá? É que se ficam, correm o risco de não serem felizes, penso eu de que.
Uma proibida bandeira de Taiwan vista algures em Macau
No meio disto tudo podemos comprovar que os taiwaneses é que sempre tiveram razão em relação à China. Aposto que se o Mao Tse Tung tivesse perdido a luta pelo poder contra Chiang Kai Shek, que era amigo próximo de Sun Yat Sen, a China - a República da China - seria um país muito melhor. É bom que Taiwan nunca seja engolida pela China como estão actualmente a ser, de forma esperada, Hong Kong e Macau. A China nacionalista, que hoje se resume a essa ilha da Formosa, pelo menos manteria os seus aspectos culturais intactos, a sua caligrafia original, as suas línguas - entre elas o cantonês -, enfim, a própria identidade global e única da grande mãe China. Qualquer dia, por este andar, tudo o que restar dos fragmentos da verdadeira China só poderá ser encontrado em Taiwan. E o cantonês, com alguma sorte, só será preservado nas comunidades cantonesas, de Hong Kong e de Macau emigradas.

sábado, 11 de Outubro de 2014

Oi, Shay Bombshell!

Esta queniana diz que tem ascendência italiana, árabe e também portuguesa!
Não há dúvida que a Shay Bombshell é um produto acabado da horrível e nojenta miscigenação! Que pena que eu tenho dos racistas/racialistas...