sábado, 25 de abril de 2015

Império Português

Da minha língua vê-se o mar (Vergílio Ferreira)
A minha pátria é a língua portuguesa (Fernando Pessoa)
Há muitas pessoas que se esquecem ou que não sabem que Portugal chegou a ser mais do que um pequeno país. Portugal teve um império, cultivando amizades com diferentes povos espalhados pelos quatro cantos do mundo.
Os Kristang: povo malaio luso-descendente
O português é, segundo estatísticas, a quinta língua nativa mais falada no mundo com aproximadamente 250 milhões de falantes, sendo a língua oficial de Portugal, Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, São Tomé e Príncipe, Timor Leste e, desde 2007, Guiné Equatorial. É também ainda falado nos antigos territórios da Índia Portuguesa (Goa, Damão e Diu), de Malaca e de Macau, hoje R.A.E.M. O português deixou também a sua base em cerca de vinte línguas crioulas espalhadas pelo mundo. O problema é que infelizmente encarregámo-nos de colocar de lado do nosso horizonte memorial parte do nosso legado histórico como as comunidades lusófonas dos países não lusófonos. Comunidades essas que permanecem com um admirável apego a Portugal, chegando inclusive a sentir uma inexplicável saudade pelo nosso país mesmo sabendo que nunca terão a oportunidade de algum dia vir aqui conhecer isto. Afinal o colonialismo português não foi assim tão horrível como muitos insistem em fazer-nos crer. A prova disso é a existência desses filhos da Pátria que se orgulham dos seus antepassados, que se interessam por tudo o que diz respeito a Portugal, que se sentem genuinamente portugueses, ainda que muitos já não falem o português actual, e que continuam a professar a verdadeira religião, o Catolicismo.
Os Bayingi: povo luso-descendente do Myanmar
Interrogo porque é que em Portugal há tanta gente que desconhece a nossa grandeza. Irritam-me deveras os traidores mesquinhos da Pátria como por exemplo aqueles que, como o idiota do Saramago, gostariam de ver Portugal integrado em Espanha, por alegadamente ser melhor que Portugal. Irritam-me todos aqueles que não se preocupam em escrever nem em falar minimamente bem o português, ainda para mais agora com a moda da escrita estúpida que podemos tantas vezes ler (ler?) em particular no universo adolescente e também com o barrete que tem como nome Acordo Ortográfico (alguma vez eu iria deixar de escrever como sempre escrevi por causa desse acordozeco?). Irritam-me todos aqueles que têm nacionalidade portuguesa mas que não têm orgulho de ser o que são e falam mal de Portugal a torto e a direito como, por exemplo, muitas pessoas da minha terra (Macau). 
澳門土生葡人 significa, literamente, portugueses nascidos em Macau
O ensino da História devia ter uma importância particularmente grande, mas não. O ensino português infelizmente é uma bosta. Portugal devia fazer alguma coisa para manter viva a Portugalidade (e não bastam, por exemplo, os jogos da Lusofonia onde participam países de língua oficial portuguesa mais uns convidados), ao invés de deixar essas cada vez mais pequenas comunidades entregues à sua sorte. Elas são comunidades de pessoas que amam Portugal e que têm orgulho dos seus antepassados, cultura e tradições, pelo que não merecem tamanho desprezo por parte da Pátria. Pergunto: se não formos capazes de compreender quem fomos no passado, como é que podemos compreender quem nós próprios somos?

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Tenho imenso orgulho de ser português. E afirmo-me como filho da Utopia portuguesa do V Império.

sexta-feira, 24 de abril de 2015

Imagem do dia

Tempo passado

Procurando eu respostas onde elas não existem...
Aquele passado que me atormenta...
Aquela cara inesquecível...
Aquele corpo, aquele cheiro, aquele jeito de me olhar...
Aquele sorriso, aqueles sinais, aquela voz...
Deixei o rancor de lado e não quero tornar a pensar mais nela.
Porque aquele banco, aquela ponte, aqueles skaters
Já não fazem senão parte daquele tempo passado

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quarta-feira, 22 de abril de 2015

Wunderbar!!

21 de Abril de 2015, Estádio Allianz Arena em Munique, segunda mão das meias-finais da Liga dos Campeões: goleada histórica do Bayern de Munique sobre o Futebol Corrupto do Porto por 6-1.
Vibrei com a goleada do Bayern de Munique ao Futebol Corrupto do Porto, como é mais que óbvio! O Bayern é o meu clube favorito da Alemanha e o Futebol Corrupto do Porto é dos clubes mais nojentos que existem à face da Terra. Eu sei que há portistas que sabem ser futebolisticamente patriotas, o que eu não discuto e até louvo, mas não contem cá comigo para estas coisas. Não depois da festa que foi feita no Porto depois da última derrota do Benfica numa final da Taça dos Campeões Europeus, em 1990.
Depois do milagre que foi a vitória do Futebol Corrupto do Porto no seu antro demoníaco no jogo da primeira mão, na semana passada, milagre esse que só se deu por muito demérito do Bayern (os dois primeiros golos portistas foram ofertas dos visitantes), a equipa e os seus adeptos encheram-se de soberba, como que pensando que no Allianz Arena a passagem para as meias-finais já estava garantida. Esqueceram-se que o Bayern é o Bayern, a equipa que em casa já tinha goleado o Shakthar Donetsk por 7-0, que ainda não tinha chegado a sofrer um único golo em casa na presente edição da Liga dos Campeões e que está a um pequeno passo de voltar a sagrar-se campeão alemão.
Mesmo sem alguns dos habituais titulares, todos de craveira mundial, tal como, aliás, se apresentou no estádiozeco do Demónio, o Bayern chegou e sobrou para uma equipa que presta menos do que muitos nos querem fazer crer, não obstante o enorme investimento que o Pinto da Costa fez para esta época. Fosse o treinador um Paulo Fonseca ou um Vítor Pereira e não um estrangeiro qualquer, possivelmente a esta hora já teria ordem de marcha. O Futebol Corrupto do Porto foi, e bem, trucidado e humilhado, uma autêntica vergonha para Portugal, e fez dos seus adeptos presentes no estádio uma cambada de cabeçudos. Para quem tanto gozou com o Benfica por ter sido afastado logo na fase de grupos e só tem jogado com equipas pouco famosas, nada como seis salsichas alemães daquelas bem grossas pela goela abaixo. Antes da Oktoberfest deste ano houve a Aprilfest. Prost!
Segue-se agora o "jogo do ano" no Estádio da Luz. Esperemos que este resultado histórico deixe marcas bem fortes nos jogadores do Futebol Corrupto do Porto. E que nós saibamos aproveitar-nos deste mau momento deles, bem como do cansaço que eles deverão agora acusar. Não embandeiremos em arco porque não podemos ser como eles. Eles agora exigem o campeonato porque só podem mesmo lutar agora pelo campeonato, ao contrário de nós, que para além da Supertaça já conquistada no início da época ainda temos a final da Taça da Liga e o bicampeonato para conquistar. O jogo de domingo é para ganhar, com certeza que é para ganhar, mas estejamos tranquilos. Jogamos em casa, com o apoio dos nossos adeptos, temos uma vantagem de três pontos que na verdade até são quatro, temos mais dias de descanso, temos a moral em alta e precisamos de dar seguimento à sede de vitórias. O nosso destino é vencer! Mas, para já, parabéns, Bayern de Munique!

Homem-formiga? Confesso que este eu não conhecia...


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domingo, 19 de abril de 2015

quinta-feira, 16 de abril de 2015

O fim do mundo é capaz de estar próximo!

Diz uma profecia qualquer que quem vem com o arco-íris traz a paz...

E depois de um mulato, uma mulher: a encornada da Hillary.

quarta-feira, 15 de abril de 2015

Gatos grandes

terça-feira, 14 de abril de 2015

Japonesas mestiças

Ariana Miyamoto, filha de pai afro-americano e mãe japonesa
Becky, filha de pai inglês e mãe japonesa
Triendl Reina, filha de pai austríaco e mãe japonesa
Christel Takigawa, de pai francês e mãe japonesa
Rola, de pai do Bangladesh e mãe japonesa
Anna Tsuchiya, de pai russo-americano e mãe japonesa
Erika Sawajiri, filha de pai japonês e mãe franco-argelina
Maria Ozawa, filha de pai japonês e mãe canadiana
Rosa Kato, metade italiana e metade japonesa
Fernanda Takai, metade japonesa e metade luso-brasileira
Hayley Kiyoko, 50% japonesa,1/4 inglesa e 1/4 escocesa
Tina Yuzuki, de pai japonês e mãe portuguesa

domingo, 12 de abril de 2015